Julho / agosto de 2007
  • NOTAS - INOVAÇÃO
  • Indicação Geográfica para o mel

Após auxiliar recentemente os produtores de vinhos finos do Vale dos Vinhedos e os da cachaça de Paraty, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) está preparando um programa de incentivo ao registro de Indicação Geográfica com a distribuição de cartilhas e fazendo um levantamento de regiões com potencial reconhecimento para este tipo de proteção intelectual. Para o Instituto, a falta de conhecimentos conceituais e técnicos são fatores que contribuem para o baixo número de solicitações.

Um forte candidato a conquistar esse status é o mel. Uma técnica desenvolvida por um grupo de pesquisadores do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas, coordenado pelo professor Marcos Eberlin, do Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas, permite identificar, em apenas 1 minuto, a origem do mel (eucalipto, silvestre, laranjeira etc) e a presença de eventuais substâncias estranhas à sua composição original, tornando possível o registro de Identificação Geográfica do produto.

O INPI pretende realizar um trabalho com os apicultores brasileiros, apresentando, por meio de palestras e reuniões, as vantagens que o registro trará ao produto e orientando-os como devem se organizar para requerer a certificação.

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Revista Conhecimento & Inovação
ISSN 1984-4395

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