Julho / agosto de 2007
  • ESTANTE
  • O poder do saber

Francis Bacon acreditava que saber é poder, poder sobretudo de dominar ou transformar a natureza em benefício da humanidade. Para tanto, o raciocínio indutivo não basta: é preciso conjugá-lo com observações empíricas, experimentos, experiências.

O progresso do conhecimento, livro escrito quando ele era jovem, lança as bases de seu projeto. Na primeira parte, o autor defende a dignidade do conhecimento contra a “ignorância severamente disfarçada, mostrando-se ora no zelo e suspeita dos teólogos, ora na severidade e arrogância dos políticos, ora nos erros e imperfeições dos próprios sábios”.

Mais que digno, a transmissão e o aprendizado dos saberes, segundo Bacon, seriam necessários para que houvesse progresso social. A segunda parte da obra, por sua vez, trata dos obstáculos impostos ao progresso dos saberes e apresenta uma detalhada classificação das ciências, divididas em história (memória), poesia (imaginação) e filosofia (razão).

Páginas: 326
Preço: R$ 58
Editora: Unesp
Ano: 2007

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Revista Conhecimento & Inovação
ISSN 1984-4395

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