Novembro / dezembro de 2007
  • NOTAS INOVAÇÃO
  • Samba carioca é patrimônio imaterial
Reprodução / J. Carlos


Primeiro foi o samba de roda do Recôncavo baiano, agora foi a vez do samba do Rio de Janeiro inscrever-se no Livro de Registro das Formas de Expressão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. O pedido para proteger o samba carioca e suas matrizes — samba de terreiro, partido-alto e samba-enredo —, foi feito pelo Centro Cultural Cartola, com apoio da Associação das Escolas de Samba do Rio de Janeiro e da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), que reuniu uma série de referências históricas, como monografias, teses, livros, vídeos, reportagens, discografia da época e o testemunho de sambistas da velha guarda, como Monarco, Xangô da Mangueira, Nelson Sargento, para justificar o registro dessa expressão popular. A pesquisa identificou o samba nos blocos, nos morros, nas ruas e, ainda, mapeou as seis escolas de samba mais antigas do Rio: Mangueira, Portela, Salgueiro, Vila Isabel, Império Serrano, Estácio de Sá. A concessão do registro faz parte da proposta do Ministério da Cultura de construção de um mapa cultural do Brasil.

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Revista Conhecimento & Inovação
ISSN 1984-4395

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