Novembro / dezembro de 2007
  • NOTAS INOVAÇÃO
  • Células-tronco patenteadas


O INPI publicou um estudo sobre patenteamento de células-tronco no Brasil, que mostra que dos 102 pedidos depositados no país sobre o assunto, entre 1989 e 2004, apenas um era de brasileiros. A idéia é ampliar o trabalho, fazendo análise mais qualitativa da questão, procurando detalhar o que está sendo protegido em relação às células-tronco no país, se inclui clonagem, qual seria a aplicação, que tipo de diferenciação das células (neurais, renais, ósseas) e se os estudos usam células-tronco adultas ou embrionárias, que são mais polêmicas. Rafaela Di Sabato Guerrante, autora do estudo, pretende finalizar essa segunda etapa do estudo até o fim deste ano. Para isso, o INPI busca parcerias com instituições que estudam células-tronco, entre elas a PUC-RS e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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Revista Conhecimento & Inovação
ISSN 1984-4395

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